Sou filha de pastor

Nosso post hoje é um pouco diferente. Aqui vou mostrar um bate-papo com uma amiga que é filha de pastor. O objetivo da conversa é que possamos analisar os reflexos que o ministério pode ter sobre a vida da família. Para isso, fiz 10 perguntas. Espero que ao ler essas respostas você se auto-avalie como ovelha e pense como nós temos honrado a família daqueles que cuidam de nós.

“Daí honra a quem merece honra” Romanos 13.7

  • Se você pudesse descrever o ministério de seu pai em uma palavra, qual seria?

Entrega

  • Você pode citar um aspecto positivo de ter tido uma criação dentro dos princípios cristãos?

Pude perceber desde muito nova como eu era preciosa para Deus.

  •  E um aspecto negativo?

Ser julgada pelo homem o tempo todo. Eu deveria estar na igreja o tempo todo porque se eu não fosse já vinham com aquela história de “a filha do pastor”.

  • Durante sua vida você já notou que existia pressão por “santidade” em cima de você por ser filha de pastor?

Sim. O tempo todo. As pessoas querem que você seja referência desde criança.

  •  Se sim, você poderia compartilhar uma experiência?

Posso dar o exemplo das roupas, qualquer saía que eu colocasse e alguém achasse curta, já julgavam que eu estava perdida. Em relação a namoro também é complicado. Se alguém me visse em um carro com algum garoto, por exemplo, também já era motivo para dizer que eu estava perdida.

  • Se você pudesse classificar os ensinamentos que recebeu como “um conjunto de regras” ou “um relacionamento” qual dos dois classificaria?

Meus pais tentavam me ensinar a me relacionar, mas a igreja me levava a ter uma vida regida por regras.

  • Em algum momento você pensou no ministério foi um concorrente da sua família?

Sim, constantemente. O amor de meu pai pela obra de Deus fez com que a família ficasse em segundo plano em muitos momentos.

  • Você casaria com alguém com um chamado pastoral? Pq?

Não sei. Ao mesmo tempo que acho que o chamado para o ministério é uma benção eu não gostaria de passar por coisas que já vi meus pais passando.

  • Como foi seu encontro com Cristo? Em que momento você tomou consciência do seu pecado?

Acho que em vários momentos me encontrei com Cristo. Aceitei a Cristo com três anos, me batizei aos 9. Entretanto, é agora aos 21, devido a algumas situações que temos vivido, que realmente tenho conhecido a Deus.

  •  Se você pudesse descrever Jesus com uma palavra, qual seria?

Indescritível (rsrsr).

Gostaria de pedir sua participação no blog. O que mais chama sua atenção nessa entrevista. Há alguma postura, que você como igreja, acha que deveria mudar para honrar seu pastor?

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